Asteriscos

Esse blog foi criado por nós, simples alunos do Colégio Marista de Brasília, para ser um trabalho, inicialmente, de Língua Portuguesa. Agora um moooonte de matérias já entraram no meio dele e virou uma grande bagunça a sua criação, misturada com as provas gigantérrimas que nós temos, sem falar naqueles trabalhos que outros professores nos puseram pra fazer .-. Mas agora, vamos ver no que é que dá, né? :P Componentes: Heitor Lôbo - nº 49; Juliana Falcão - nº 19; Mateus Velez - nº 32; Melina Cambraia - nº 35. 1º ano "G"



~ Monday, October 24 ~
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Iridescent - Linkin Park

Quando você estava em pé no meio da devastação

Quando você estava esperando na beira do desconhecido

E com o cataclisma chovendoPor dentro chorando, “Salve-me agora”

Você estava lá incrivelmente sozinho
Você sente frio e perdido em desespero

Você constrói a esperança, mas o fracasso é tudo que você conheceu

Lembre-se de toda a tristeza e frustração

E deixe-a ir

Deixe-a ir
E em uma explosão de luz que cegou todos os anjos

Como se o céu tivesse explodido o paraíso em estrelas

Você sentiu a gravidade da graça suave

Caindo em um espaço vazio

Ninguém lá para pegá-lo em seus braços

Você sente frio e perdido em desespero

Você constrói a esperança, mas o fracasso é tudo que você conheceu

Lembre-se de toda a tristeza e frustração

E deixe-a ir

Deixe-a ir
Deixe-a ir

Deixe-a ir, deixe-a ir (oh)

Deixe-a ir!

Você sente frio e perdido em desespero

Você constrói a esperança, mas o fracasso é tudo que você conheceu

Lembre-se de toda a tristeza e frustração

E deixe-a ir

Deixe-a ir

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Eu escolhi essa música para mostrar aos meus ”fãs” (modéstia xD), porque ela é simplesmente perfeita *-* Desde a primeira vez que a escutei, não consigo tirá-la mais da cabeça. A sua letra é muito tocante, pra mim pelo menos hehe. E é isso, espero que a curtam tanto quanto eu (:

Tags: juliana
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Wimble & Womba

              

Wimble e Womba estão passeando pela floresta, como sempre faziam, quando:

Wimble – Womba, você não acha que o dia hoje está mais lindo do que nunca? As flores estão super coloridas, o céu está azul, as nuvens branquinhas e a grama beeeeem verdinha…

Womba – Puxa vida, Wimble! É verdade! Só você mesmo pra reparar em uma coisa assim, minha amiguinha…

Wimble – Ah, Womba! Você também é um super amigo, sabia? (Ela vira toda feliz para ele e lhe dá um abraço. Nesse momento, a musiquinha da lagarta começa a tocar e eles começam a dançar.)

‘’Um amigo é assim… Um amigo é assiiiiim’’

Womba – Wimble! Olha lá! Têm uma bonequinha sentada lá debaixo daquela árvore! E ela tá chorando!

Wimble – Oh meu deus! Vamos lá ver se podemos ajuda-la!

Womba – SIM!!! (Os dois correm até a boneca) Olá bonequinha! O que aconteceu?

Lizzie – (Olha com cara triste para os dois e volta a olhar para baixo)

Wimble – Desculpa, nossos nomes são Wimble e Womba e só queríamos ver se você precisava de ajuda, já que você está aqui chorando…

Lizzie – (Olha denovo para eles e dá um sorriso amarelo. Os dois olham um para o outro, sem entender. Então Lizzie faz um gesto, apontando para a garganta, ao abrir a boca).

Womba – Eu acho que ela não consegue falar… (no mesmo instante, Lizzie faz que sim com a cabeça).

Wimble – Oh, pobrezinha! Womba, o que será que aconteceu e como poderemos ajudá-la?

Womba – Eu não sei… Se ao menos houvesse alguém para nos dizer o que fazer… (Nesse instante uma fumaça se faz e um feiticeiro aparece)

Feiticeiro – Olá meus amiguinhos! Eu estou aqui para dar as respostas das suas perguntas mais profundas!

Wimble & Womba – Ai meu deus! Um feiticeiro! Eba! Ele vai poder nos ajudar…

Feiticeiro – Sim, meus amiguinhos… Eu estou aqui para isso mesmo. Essa bonequinha foi amaldiçoada por uma bruxa malvada e agora ela não pode falar.

Wimble &  Womba – Ah! Que coisa mais horrível! O que podemos fazer?

Feiticeiro – Vocês terão que enfrentar a bruxa malvada… Só assim que o encanto se desfará. Você a encontrarão no final da floresta, numa casa ao lado do penhasco. ( E o feiticeiro desaparece em outra nuvem de fumaça).

Wimble & Womba – Feiticeiro!

Wimble – Vamos Womba, vamos bonequinha! Vamos procurar essa bruxa malvada! (Eles começam a caminhar pela floresta e então eles avistaram dois leõezinhos choraminando).

Lizzie – (Olha espantada para Wimble e Womba e aponta para os leões.)

Lewy – Ah! Olha Léo! Eles talvez possam nos ajudar! Ei! Venham cá!

Léo – Lewy, que falta de educação! Por que eles perderiam o tempo deles nos ajudando?

Wimble – Olá, leõezinhos! O que aconteceu?

Lewy & Léo – Uma bruxa malvada prendeu nossos rabinhos um no outro e agora não conseguimos sair… Está muito preso…

Womba – Ah, mas que coisa mais horrível!

Lizzie – (Coloca a mão na frente do rosto com espanto).

Wimble – Essa bruxa malvada… Feiticeiro? Feiticeiro? Você está aí? (Uma nuvem de fumaça aparece novamente e o surge então o feiticeiro).

Feiticeiro – Sim! Eu estou, menininha.

Wimble, Womba, Lizzie e os leões – Oh! (com o rosto espantado).

Feiticeiro – Para soltarem suas caudas, terão que lutar com a bruxa malvada. Enquanto isso, terão que trabalhar juntos para se movimentarem, então terão que aprender a parar de brigarem um com o outro.

Léo & Lewy – Mas, mas… Você não pode simplesmente fazer um feitiço e nos tirarem daqui?

Feiticeiro – Hmmm… Não… (e ele desaparece).

Léo & Lewy – Ótimo…

Wimble – Podem deixar leõzinhos! Eu, Wimble, e os meus amiguinhos, Womba e a bonequinha, vamos ajudar vocês!

Womba – É! Nós já íamos levar a bonequinha pra essa bruxa malvada que fez ela parar de falar…

Léo – Nossa! Que coisa… Essa bruxa está cada vez mais me tirando do sério.

Lewy – É! Então vamos logo! Quanto mais cedo me livrar desse leão bobão, melhor.

Wimble – Gente! Parem de brigar! Você não ouviram o feiticeiro?

Léo & Lewy – Tááá… (Todos eles partiram para a sua jornada, quando os leões avistam um elefante com orelhas bem pequenininhas, chorando).

Léo & Lewy – Olhem só! Um elefante chorando!

Womba – E olhem o tamaninho de suas orelhas!

Wimble – Womba! Coitadinho! Elefante, o que aconteceu?

Elefante – Vocês estão falando comigo?! Por que estão falando comigo?! Eu não quero falar com vocês! Vão embora! Agora!

Lewy – Calma, elefante! A gente só quer conversar…

Elefante – É, mas eu não quero falar com vocês… Vão embora!

Womba – O que aconteceu? A bruxa malvada encolheu suas orelhas?

Elefante – Quê? Bruxa malvada? Você tá falando daquela criatura horrível que me jogou um feitiço para encolher as minhas orelhas e eu não poder mais voar?

Lewy – Voar?!

Elefante – É… Na minha família todos tem orelhas super grandes que viram asas, então todos voam… Menos eu… E eu fico muito triste com isso. E ZANGADO! SAIAM DE PERTO DE MIM!

Wimble – Então, elefante! Essa bruxa malvada jogou um feitiço na bonequinha e nos leões também. Nós vamos atrás dela e fazer ela reverter todos eles!

Elefante – É sério?

Wimble – Sim, quer vir com a gente?

Elefante – Hmm… Pode ser uma boa ideia, eu quero mesmo voar. (ele levanta e todos vêem duas folhas grudadas nas costas dele.)

Léo – Hmm… Elefante? Por que você tem duas folhas coladas nas suas costas?

Elefante – Ah… Hmm… Essas são minhas asinhas de mentirinha para me fazerem sentir melhor.

Lizzie – (Faz uma cara de pena do elefante)

Elefante – (olha a cara de lizzie) O que é?! Tá achando engraçado?!

Lizzie – (se assusta e afasta)

Elefante – O que é?! Não vai me responder?!

Womba – Ela não pode… Ela não fala…

Elefante – Como assim não fala! Que coisa mais estranha!

Wimble – A bruxa malvada colocou um feitiço nela. Vamos! Temos que chegar ao final da floresta! (eles andam até que o elefante avista um unicórnio com o chifre quebrado)

Elefante – Olha só! Aquele unicórnio tá com o chifre quebrado! (ele fala apontando e rindo).

Lewy – Elefante! Pára de rir! Coitada! Unicórnio, a bruxa malvada quebrou o seu chifre?

Unicórnio – Sim… E agora eu perdi os meus poderes…

Wimble – Oh, essa bruxa está me deixando zangada! Ainda bem que estamos quase chegando!

Unicórnio – Aonde?

Womba – Na casa da bruxa! Ela enfeitiçou a bonequinha, os leões, o elefante… E agora você! Nós vamos falar com ela.

Unicórnio – Então vamos lá! (eles vão andando até avistarem uma casinha perto de um penhasco)

Wimble – Eu acho que nós chegamos. Deve ser essa a casa…

Bruxa Malvada – MUAHAHAHAHAHA! Vocês vieram para a minha casa! Querem que eu continue a colocar feitiços em vocês? Carrasca! Venha cá!

Carrasca – Sim, bruxa malvada?

Bruxa Malvada – Pegue a minha varinha. AGORA!

Carrasca – Sim, senhora! (dá uma risadinha maligna)

Wimble – Não! Nós viemos ver por que você colocou feitiços neles!

Bruxa Malvada –Ué, isso é fácil! Porque eu quis!

Lizzie – (cara de espanto)

Bruxa Malvada – HAHAHAHAHA! A bonequinha não sabe falar!

Carrasca – Aqui está, bruxa malvada! (entrega a varinha)

Bruxa Malvada – Wimble, prepare-se para ser enfeitiçada! (lança um feitiço em Wimble)

Womba – Não! (lança-se na frente de Wimble e cai no chão, atingido).

Bruxa Malvada – HAHAHAHA Isso foi até melhor do que eu imaginava que seria!

Carrasca – HAHAHA Sim! Com certeza, bruxa malvada!

Elefante – Eu não acredito que você fez isso!

Lewy, Léo, Wimble & Unicórnio – Nem eu!

Lizzie – (cara de brava)

Bruxa Malvada – Eu fiz. E daí?

Elefante – Daí que você machucou os meus amigos! SUA BRUXAAAA!!!

Lewy & Léo – É! E olha, por sua causa nós não estamos mais brigando!

Wimble – É verdade! Eles só brigavam, depois aprenderam a conviver entre si e o elefante não implica mais com a bonequinha. (todos se abraçam e as coisas se consertam).

Bruxa Malvada – O quê?!

Todos – Ah! Os feitiços se desfizeram! Eba!!!

Lizzie – Eu posso falar!

Léo e Lewy – Nossos rabinhos!

Elefante – E as minhas orelhas cresceram! (Sorrindo ele começa a cantar a musiquinha de voar)

(Todos riem e sorriem com os milagres. De repente, o unicórnio tem seu chifre consertado)

Unicórnio – Meu chifre! A alegria de vocês o consertou! Eba!

Bruxa Malvada – O quê?! Tá dando tudo errado! Carrasca! Conserte!

Carrasca – Ehr… Eu não sei o que fazer, bruxa malvada…

Unicórnio – Eu sei! (virou o chifre pras duas malvadas e elas se tornaram pessoas boazinhas).

Bruxa Malvada & Carrasca – Oh meu deus! Obrigada por nos libertar, unicórnio!

Unicórnio – Que isso… Só foi possível por causa do poder da amizade!

Todos – Ebaaa!

Wimble – Mas e o Womba? (cara triste)

Todos – Womba…

Womba – O Womba tá aqui! E eu virei uma linda borboleta!

Todos – Womba!!! EEEEBAAAA!

(Todos se abraçam e cantam a musiquinha da amizade)

(De repente, surge o feiticeiro)

Feiticeiro – Isso nos ensina uma grande missão, não é, crianças? Sempre confie no poder da amizade! Ter amigos é uma coisa muito legal!

Todos – SIM!

Fim.

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Esse é o roteiro do trabalho de artes cênicas. Nosso objetivo era criar uma peça de teatro infantil. (Juliana e Melina)

Tags: Juliana
~ Sunday, October 23 ~
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La Cultura en Cuzco

El pueblo Inca no conoció la escritura, pero esto no fue obstáculo para que desarrollaran una literatura en lengua quechua en géneros como el épico, el dramático y el lírico.

Una pequeñísima parte de este acervo cultural se ha conservado hasta hoy día gracias a las recopilaciones que hicieron los cronistas. Se trata, sobre todo, de poesías como los haylli, que eran una especie de himnos guerreros, o los harawi, que, por el contrario, eran canciones de amor y de ausencia.

Durante los primeros siglos de la colonia, el género más característico fue la crónica. Entre los cronistas que nacieron en el Cusco o que crearon su obra en la antigua capital incaica destacan Inca Garcilaso de la Vega, con sus “Comentarios Reales de los Incas”; Vasco de Contreras y Valverde, con su “Relación de la Ciudad del Cuzco”; Diego de Esquivel y Navia, autor de las “Noticias Cronológicas de la Ciudad del Cuzco”, y, finalmente, Ignacio de Castro, quien escribió una “Relación de la Fundación de la Real Audiencia del Cuzco”. Un hombre de letras que también alcanzó renombre en su tiempo y que es considerado hasta ahora uno de los pilares de la literatura peruana colonial fue Juan Espinoza Medrano, “El lunarejo”, autor de un “Apologético en favor de Luis de Góngora”, de gran maestría estilística.

El Inca Garcilaso de la Vega es, sin embargo, quien alcanza estatura universal. Para muchos encarnación del mestizaje que se produce en tierras peruanas tras la conquista española. Garcilaso es ante todo el autor de esa mezcla de crónica histórica, literatura y autobiografía que son los “Comentarios Reales de los Incas”, libro escrito en plena madurez intelectual y en el que el Inca hace una reconstrucción de la vida en el imperio de los incas, no siempre fidedigna pero llena, en cambio, de la admiración que los cusqueños sienten por ese período de su historia.

Otro momento interesante de la literatura cusqueña colonial está relacionado con el quechua y se produce a partir de fines del siglo XVII. Por entonces, el nacionalismo en germen de sectores criollos hace que se empiece a producir una literatura en el idioma nativo que busca adueñarse del pasado incaico. Tal es el caso, por citar sólo los ejemplos más representativos, de los dramas en quechua Uscar Pauca y Ollantay. De hecho, algunos estudiosos consideran que el período que va de fines del siglo XVII a finales del XVIII, es el “siglo de oro” del quechua literario.

La literatura del Cusco republicano está marcada por la preocupación que los artistas sienten por la situación de postración en que viven las masas indígenas, así como por el afán de revalorar y rescatar las más diversas expresiones culturales de este sector por entonces mayoritario de la población. En la narrativa, esto se tradujo en el surgimiento de la novela indigenista, cuyas primeras manifestaciones las encontramos en el siglo XIX. Narciso Aréstegui y Clorinda Matto de Turner son sus máximos exponentes.

Abogado, profesor y político cusqueño, Aréstegui es el autor de “El padre Horán”, novela en la que se retrata la vida del Cusco en la primera mitad del siglo XIX y hace una fuerte denuncia de la pobreza de la mayoría de sus pobladores, entre ellos los indios. Clorinda Matto de Turner, es autora de la que es considerada la primera novela indigenista del Perú. “Aves sin nido”, en la que se muestra la cruel explotación de la que eran víctimas los indígenas. Entre su amplia producción literaria se encuentran también unas “Tradiciones cuzqueñas” que, al estilo de las “Tradiciones peruanas” de Ricardo Palma, recogen pasajes de la historia de la antigua capital incaica y hechos curiosos ocurridos en ella,

Entre las dos últimas décadas del siglo XIX y las dos primeras del siglo XX, la ciudad del Cusco conoce el auge de una amplia y variada producción teatral en lengua quechua. Son más de setenta, entre dramas y comedias, las obras que se escribieron y se pusieron en escena en ese período y son numerosos, asimismo, los autores que cultivaron estos géneros literarios, destacando los nombres de Nicanor Jara, José Lucas Caparó y Nemesio Zúñiga Cazorla.

En el siglo XX, es casi imprescindible tener presente eso que podríamos llamar la “mitología literaria” del Cusco, que nos muestra sobre todo la imagen de una ciudad sagrada, cuna de la más alta civilización que floreció en suelo peruano hasta antes de la llegada de los europeos. Precisamente desde esta perspectiva resultan pioneras algunas páginas de esas pilares del indigenismo cusqueño que son Luis E. Valcárcel y José Uriel García.

La poesía es el género preferido por varias generaciones de escritores cusqueños a lo largo del siglo XX, pero son sobre todo, dos los que destacan y cuya obra transciende los marcos locales, Luis Nieto Miranda y Andrés Alencastre; el primero, un exponente del “cholismo”, una vertiente de la poesía peruana que revalora las expresiones culturales de los meztizos o “cholos”, y el segundo, el más importante cultor en el Perú de la poesía en idioma quechua.

En los últimos años, tres narradores cusqueños que en su obra retratan tanto el Cusco urbano contemporáneo como el rural o incursionan en el pasado de la capital incaica, han recibido reconocimiento a nivel nacional. Ellos son Enrique Rosas Paravicino, Luis Nieto Degregori y Mario Guevara Paredes.

 

Fonte: http://es.wikipedia.org/wiki/Cultura_del_Cuzco

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Esse foi um dos trabalhos que a professora de Espanhol passou, nós teríamos que escolher um país em que a língua natal fosse o espanhol (dhaaaaart :P) e dividir pelo grupo a parte que cada um ficaria responsável de fazer. A minha parte foi essa (:

Tags: juliana
~ Friday, October 21 ~
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Escher: Uma mente brilhante, um artista genial!

               

                                    

Maurits Cornelis Escher foi um artista gráfico holandês, suas obras são conhecidas pelas construções impossíveis, pelo preenchimento regular do plano, pela exploração do infinito e pela metamorfose.

  Uma das suas principais técnicas era a capacidade de criar efeitos de ilusão de óptica. Sua técnica se baseava na repetição de figuras que se entrelaçavam e se repetiam, formando padrões geométricos.Escher fazia mudanças, assim surgiam figuras envolvidas de tal forma que nenhum poderia mais se mexer.

  Escher representava o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional. Com isto ele criava figuras impossíveis, representações distorcidas, paradoxos. Ele éconsiderado como um grandematemático geométrico.

 

obra escolhida pelo grupo foi a ‘Cada vez mais pequeno’, feita em 1956. Na obra escolhida, Escher trabalha com o preenchimento regular do plano, a exploração do infinito, ilusão de óptica e a simetria. Sendo que o animal mais pequeno mede cerca de 2mm, contando a sua cabeça, cauda e suas quatro pernas.

  Em ‘Cada vez mais pequeno’, há a repetição de lagartos que se repetem e formam padrões geométricos, até se encontrarem no fundo da imagem, dando a ideia de infinito. A cada área do elemento é sistemática e continuamente reduzida a metade, sendo que em teoria se pode alcançar o formatoinfinitivamente pequeno ou grande.

 

Tanto na obra quanto nas outras obras de Escher, são apresentadas asidéias de infinito, seguindo um padrão perfeito de divisões com geometrização e lógica matemática.Na arte contemporânea, tudo nos propõe um pensamento sobre a própria arte ou uma análise crítica da teoria visual, a arte interroga e atribui novos significados ao se apropriar de imagens, não só as que fazem parte da historia da arte, mas também as que habitam o cotidiano. O belo contemporâneo não busca mais o novo, nem o espanto, como as vanguardas da primeira metade deste século: propõe o estranhamento ou o questionamento da linguagem e sua leitura.

      As obras de Escher nos traziam isso, buscavam apresentar ao leitor uma forma de representação que trazia a reflexão e dúvida, com novas técnicas e metodologias. Não é só apresentar o novo, a mentalidade contemporânea visa criticar a própria imagem, alterando a percepção, questionando o visível e apresentando um enigma ao espectador.

  

 

Em “Cada vez mais pequeno ”,Escher quis passar a sua filosofia do infinito, como em muitas outras obras e, apesar de essa ser uma das suas mais simples na construção, ela retrata bem amensagem, utilizando-se da matemática e da geometria.

   Escher consegue colocar o infinito em um plano finito, o que, teoricamente, seria impossível. Mas será que talvez essa não teria sido a ideia dele? Unindo apenas lagartos uns nos outros, ele cria uma das imagens mais geniais da história da arte e da matemática. Esse artista, sem dúvidas, na percepção desse grupo, é simplesmente uma das pessoas mais brilhantes da humanidade.

  

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esse foi um trabalho de artes visuais, em que o grupo escolhia um artista e o trabalhava, com base em uma de suas obras, pelo menos. (Grupo: Melina e Juliana).

Tags: Juliana
~ Thursday, October 20 ~
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O que tem sido dos “caras vermelhas” nos últimos 500 anos

Desde a chegada dos portugueses ao Brasil, em 1500, a vida dos “caras vermelhas” dessa grande nação não tem sido nada fácil.

Observando-se o início da colonização desse país, pode-se perceber o grande choque que foi para os nativos a vinda dessa completamente novs cultura dos “caras pálidas”. Desde o princípio, já foram sendo trapaceados um a um. Achando interessantes aqueles objetos estranhos, trocavam seus tesouros por eles. Claro que não faziam ideia do tanto que estavam favorecidos.

Os portugueses, depois de “passarem a perna” nos índios brasileiros, ainda os subjugaram, escravizaram e os desimaram completamente.

E, hoje, são poucas as terras do Brasil que ainda possuem povos indígenas conservados. Entretanto, existem, sim, grupos e ONGs que protegem essas diversas  culturas que ainda conseguem “sobreviver” no meio dessa “selva capitalista urbana”. Mas nem por isso os índios estão protegidos dos “portugueses”.

Várias vezes, ao procurar-se notícias recentes sobre os indígenas, encontram-se muitas histórias de violência, racismo e desrespeitos de variadas formas.

E o mais interessante disso tudo é que os “caras vermelhas” não reagem dessa mesma forma desrespeitosa e agressiva de volta para os “caras pálidas”, como, teoricamente, teriam que fazer. Eles são pacíficos. Um exemplo para a nossa sociedade.

- Texto por: Juliana.

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Este foi um tema trabalhado em sala pela professora de português.

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~ Tuesday, October 18 ~
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Notícia de Jornal: Produção em grupo

                                               Assassinato em dia de alegria

Jovem é encontrada morta no Rio de Janeiro, em plena festa de carnaval.

                   

  No último sábado (14), os festeiros cariocas ficaram chocados com o ocorrido em plena Sapucaí. O corpo da jovem de 23 anos, Marcella Rosa Aparecida, foi encontrado em meio aos foliões.

  Ao que tudo indica, a jovem foi esfaqueada pelo namorado, Reginaldo da Silva, que se encontrava agachado ao lado do corpo. Testemunhas confirmam as suspeitas contra o homem.

  Ele chegou falando que já estava na hora de ‘mocinha bonita’ ir dormir”, conta uma das testemunhas. “Eu não iria suportar perder minha florzinha pra outro, ela tinha que ir dormir ou os passarinhos iam levá-la embora” alegou Reginaldo.

  Os especialistas chegaram à conclusão de que Regi, como é conhecido, sofre de problemas mentais, acarretados pelo ciúme que sente de Marcella. “Ela nem sequer dava motivos pra esse tipo de comportamento” conta uma amiga do casal.

  A família está desolada, “Uma menina tão boa, tão cheia de vida” disse a mãe da jovem, Dona Maria das Dores, entre soluços. “Ela se foi, mas um pedacinho dela vai estar sempre com a gente” alegou o pai da moça.

  Agora, todos se perguntam sobre qual vai ser a atitude das autoridades. “Lugar de assassino é na cadeia ou coisa pior” afirmou Seu Délio, tio da vítima. “Agora é a hora de esperar uma decisão e lutar por justiça”, completou o pai da menina.

                                            (baseado no conto “a  morte da porta-estandarte”, de Aníbal Machado)

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Esse texto foi feito pelo mesmo grupo do post anterior (Juliana e Melina) e fazia parte daquele mesmo trabalho. Nossa função: escrever um texto,de qualquer gênero, baseado  no conto lido.

Tags: Juliana
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Análise do conto: A morte da porta-estandarte

                             

O conto trabalhado pelo grupo chama-se “A morte da porta-estandarte”, por Aníbal Machado. Nessa narrativa, existem vários personagens diferentes, cada um com falas variadas. Mas, os personagens que, ao que parece, tem mais importância na história, apesar de não ser pela quantidade de falas, são Rosinha e o negro (seu nome não é mencionado).

  Basicamente, a história é sobre uma moça, porta-estandarte, que foi encontrada morta em pleno carnaval. Este seria um pequeno enredo da narrativa em questão, que dura apenas algumas horas, talvez menos, acrescentando o fato de que todas as mulheres, mães de moçascarnavalescas”, ao escutarem que essa garota havia morrido, desesperaram-se e foram à procura de suas respectivas filhas, com o intuito de garantir as suas seguranças, criando o maiorauê”.

  O clímax da história, entretanto, -se quando se descobre que o assassino da moça é o seu próprio namorado, o negro, que, no início do conto, expressa o seu amor louco por Rosinha. Louco mesmo. Ele a matou, mas sem ter total consciência disso.

“[…]A morta não tinha mãe nem parentes, só tinha o próprio assassino para chorá-la. É ele quem lhe acaricia os cabelos, lhe faz uma confidência demorada, a chama pelo nome:

  - Está na hora, Rosinha… Levanta, meu bem… É o “Lira do Amor” que vem chegando… Rosinha, você não me atende! Agora não é hora de dormir… Depressa, que nós estamos perdendo… O que é que foi? Você caiu? Como foi?… Fui eu? Eu?… Eu, não! Rosinha…

  Ele dobra os joelhos para beijá-la. Os que não queriam se comover foram se retirando. O assassino já não sabe bem onde está. Vai sendo levado agora para um destino que lhe é indiferente.’’

  Ao que diz respeito sobre os personagens, suas características não são muito mencionadas. Sabe-se apenas o que foi comentado, mas, principalmente, que o negro era tão apaixonado por Rosinha que a matou, apenas por medo de perdê-la para outro.

  Analisando o texto um pouco mais, pode-se dizer que é narrado em 3ª pessoa, escrito no tempo “presente” e com uma variedade linguística padrão, meio culta, por assim dizer.

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Esse foi um trabalho de português que tívemos que fazer a análise de um conto escolhido pela professora.

Grupo do texto - Juliana e Melina.


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~ Saturday, September 3 ~
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Esses são os ”Fighting Gravity”, um grupo de artistas que participaram do America’s Got Talent de 2010. Eles não ganharam, mas foram finalistas na competição. São simplesmente incríveis, na minha opinião. Eu adoooro esse tipo de coisa hehehe

Eu escolhi um vídeo que mostra todas as apresentações deles no programa e é, pra quem tiver paciência de assistir o vídeo todo, muito legal ver o tanto que eles foram evoluindo, ficando cada vez mais criativos! E realmente requer criatividade para se fazer apresentações como as deles!

Como diria uma das juízas do programa, Sharon Osbourne: ”Blue Man Group, Cirque du Soleil, move over!” (Blue Man Group, Cirque du Soleil, saiam de baixo!) O Fighting Gravity tá chegando! :D

obs: sim, essa é a esposa do Ozzy Osbourne haha

Tags: Juliana
~ Wednesday, August 24 ~
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Velhos Cocheiros - A alma encantadora das ruas

Nesse trimestre, as professoras de Português e de Artes Visuais nos passaram um trabalho sobre um livro chamado ”A alma encantadora das ruas”, que tinha como tema Brasília. Foram escolhidas crônicas e essas foram distribuídas pelos vários grupos. Nosso grupo ficou com a que se segue:

A crônica “Velhos Cocheiros’’, escrita por João do Rio, narra uma breve história de um personagem que se encontra com um cocheiro velho que conhecera quando criança, vinte anos antes. E, ao conversarem, o personagem escutou as histórias do velho, interessando-se por tudo o que ele já havia passado trabalhando como cocheiro, durante tanto tempo.

  “É como lhe digo, afirmava ele. Conhece a filha do barão de Cotegipe? Eu vi aquela santa criatura menina. Conhece o filho do grande ministro João Alfredo? É meu amigo, dá-me dinheiro sempre que vem ao Rio. Olhe, há de conhecer o Dr. Fernando Mendes de Almeida e mais o irmão Dr. Cândido. Pois quando eu servia o pai, eles eram meninos de colégio. Há meses eu disse ao Dr. Fernando tudo isso e ele foi dar um passeio no meu carro e deu-me doces, vinho do Porto, dinheiro.”

   Também mostrou interesse pelo o que o velho pensava sobre a República, já que esse havia vivenciado a época de transição que saiu de corte para capital federal. O cocheiro tinha uma opinião bem formada, fazendo o personagem se admirar com o tanto que o cocheiro era apegado ao passado.

“[…] - A Monarquia tinha as suas vantagens. Era mais bonito, era mais solene. Não vá talvez pensar que eu sou inimigo da República. Mas recorde por exemplo um dia de audiência pública do imperador. Que bonito! Até era um garbo levar os fregueses lá. Ó Braga, onde estiveste? Fui à Boa Vista! Hoje todo o mundo entra no palácio do Catete. Não tem importância… É verdade que o Obá entrava no Paço. Mas era príncipe. E então para conhecer homens importantes! Não precisava saber-lhes o nome. Os ministros tinham uma farda bonita, o imperador saía de papo de tucano. Bom tempo aquele! Hoje a gente tem de suar para conhecer um ministro. Parecem-se todos com os outros homens. […] Quanto às capacidades não digo nada… Mas veja. Por estar perto da secretaria é que conheço o Müller, um magro, que reforma a cidade. E de todo o ministério só ele. Se isso era possível em 1880! Depois, quer saber? A República trouxe a Bolsa, uma porção de cocheiros estrangeiros, uns gringos e ingleses de cara raspada, com uns carros que até nem eu lhes sabia o nome! […] E vão morrendo todas as pessoas notáveis, já não há mais ninguém notável. Só restam o sr. visconde de Barbacena, o sr. marquês de Paranaguá e mais dois outros.

       […] - Como este cocheiro estava do outro lado da vida! Quinze anos apenas tinham levado o seu mundo e o seu carro para a velha poeira da história! Ele falava como um eco, e estava ali, olhando o boulevard reformado, pensando nos bons tempos das missas na catedral e das moradas reais, hoje ocupadas pela burocracia republicana…’’

Ao relacionarmos a crônica de João do Rio com a nossa cidade de Brasília, podemos refletir, assim como o cocheiro, sobre algumas coisas que o progresso está realizando durante os anos.

      Muitos anos antes, nos primeiros anos da antiga “nova” capital do país, as coisas eram muito diferentes do que são hoje em dia.         Ocorreram várias mudanças, algumas pra melhor, outras para pior. Como exemplo, nós temos o fato de a segurança ter diminuído bastante e as ruas estão “encolhendo”, já que o número de carros aumentou… Brasília havia sido planejada para suportar mais ou menos 500 mil habitantes, hoje, ela abriga cerca de 2.606.885 de pessoas. As coisas mudam. Progridem. E surpreendem quem as observa pelo tempo.

      Daqui a alguns anos, assim como as pessoas que viram Brasília há muito tempo a veêm hoje em dia, quem vê a cidade hoje de um jeito, logo logo se surpreenderá com o “amanhã” dela. Assim como qualquer outra cidade no mundo.

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~ Monday, August 8 ~
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A linguagem do amor

É um video que, na minha opinião, vale a pena ver. Não aconteceu de verdade, como se pode perceber, mas nos faz refletir um pouquinho…

Mas também é uma gracinha, né? :3 

(Source: talvezvoce)

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