Asteriscos

Esse blog foi criado por nós, simples alunos do Colégio Marista de Brasília, para ser um trabalho, inicialmente, de Língua Portuguesa. Agora um moooonte de matérias já entraram no meio dele e virou uma grande bagunça a sua criação, misturada com as provas gigantérrimas que nós temos, sem falar naqueles trabalhos que outros professores nos puseram pra fazer .-. Mas agora, vamos ver no que é que dá, né? :P Componentes: Heitor Lôbo - nº 49; Juliana Falcão - nº 19; Mateus Velez - nº 32; Melina Cambraia - nº 35. 1º ano "G"



~ Wednesday, August 24 ~
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Velhos Cocheiros - A alma encantadora das ruas

Nesse trimestre, as professoras de Português e de Artes Visuais nos passaram um trabalho sobre um livro chamado ”A alma encantadora das ruas”, que tinha como tema Brasília. Foram escolhidas crônicas e essas foram distribuídas pelos vários grupos. Nosso grupo ficou com a que se segue:

A crônica “Velhos Cocheiros’’, escrita por João do Rio, narra uma breve história de um personagem que se encontra com um cocheiro velho que conhecera quando criança, vinte anos antes. E, ao conversarem, o personagem escutou as histórias do velho, interessando-se por tudo o que ele já havia passado trabalhando como cocheiro, durante tanto tempo.

  “É como lhe digo, afirmava ele. Conhece a filha do barão de Cotegipe? Eu vi aquela santa criatura menina. Conhece o filho do grande ministro João Alfredo? É meu amigo, dá-me dinheiro sempre que vem ao Rio. Olhe, há de conhecer o Dr. Fernando Mendes de Almeida e mais o irmão Dr. Cândido. Pois quando eu servia o pai, eles eram meninos de colégio. Há meses eu disse ao Dr. Fernando tudo isso e ele foi dar um passeio no meu carro e deu-me doces, vinho do Porto, dinheiro.”

   Também mostrou interesse pelo o que o velho pensava sobre a República, já que esse havia vivenciado a época de transição que saiu de corte para capital federal. O cocheiro tinha uma opinião bem formada, fazendo o personagem se admirar com o tanto que o cocheiro era apegado ao passado.

“[…] - A Monarquia tinha as suas vantagens. Era mais bonito, era mais solene. Não vá talvez pensar que eu sou inimigo da República. Mas recorde por exemplo um dia de audiência pública do imperador. Que bonito! Até era um garbo levar os fregueses lá. Ó Braga, onde estiveste? Fui à Boa Vista! Hoje todo o mundo entra no palácio do Catete. Não tem importância… É verdade que o Obá entrava no Paço. Mas era príncipe. E então para conhecer homens importantes! Não precisava saber-lhes o nome. Os ministros tinham uma farda bonita, o imperador saía de papo de tucano. Bom tempo aquele! Hoje a gente tem de suar para conhecer um ministro. Parecem-se todos com os outros homens. […] Quanto às capacidades não digo nada… Mas veja. Por estar perto da secretaria é que conheço o Müller, um magro, que reforma a cidade. E de todo o ministério só ele. Se isso era possível em 1880! Depois, quer saber? A República trouxe a Bolsa, uma porção de cocheiros estrangeiros, uns gringos e ingleses de cara raspada, com uns carros que até nem eu lhes sabia o nome! […] E vão morrendo todas as pessoas notáveis, já não há mais ninguém notável. Só restam o sr. visconde de Barbacena, o sr. marquês de Paranaguá e mais dois outros.

       […] - Como este cocheiro estava do outro lado da vida! Quinze anos apenas tinham levado o seu mundo e o seu carro para a velha poeira da história! Ele falava como um eco, e estava ali, olhando o boulevard reformado, pensando nos bons tempos das missas na catedral e das moradas reais, hoje ocupadas pela burocracia republicana…’’

Ao relacionarmos a crônica de João do Rio com a nossa cidade de Brasília, podemos refletir, assim como o cocheiro, sobre algumas coisas que o progresso está realizando durante os anos.

      Muitos anos antes, nos primeiros anos da antiga “nova” capital do país, as coisas eram muito diferentes do que são hoje em dia.         Ocorreram várias mudanças, algumas pra melhor, outras para pior. Como exemplo, nós temos o fato de a segurança ter diminuído bastante e as ruas estão “encolhendo”, já que o número de carros aumentou… Brasília havia sido planejada para suportar mais ou menos 500 mil habitantes, hoje, ela abriga cerca de 2.606.885 de pessoas. As coisas mudam. Progridem. E surpreendem quem as observa pelo tempo.

      Daqui a alguns anos, assim como as pessoas que viram Brasília há muito tempo a veêm hoje em dia, quem vê a cidade hoje de um jeito, logo logo se surpreenderá com o “amanhã” dela. Assim como qualquer outra cidade no mundo.

Tags: Juliana Mateus Heitor Melina
~ Wednesday, June 22 ~
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-Röyksopp

-Vision One 

-Junior

Espero que gostem :)

Tags: Heitor
~ Saturday, June 4 ~
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Digitalism é um grupo de DJ’s da Alemanha que vale a pena conferir para quem quer algo diferente.

http://www.myspace.com/digitalism

http://pt.wikipedia.org/wiki/Digitalism

Artista: Digitalism

Música: Pogo

Albúm: Digitalism

Tags: Heitor
~ Thursday, June 2 ~
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A primeira ideia que veio a minha mente sobre o que postar no blog foi musica, todos nós ouvimos música, então é obvio que vocês vão gostar(ou não). 

Então agora todas as semanas ficarei postando musicas de artistas desconhecidos no Brasil, bem, mais ou menos, vou postar artistas conhecidos também, só porque são famosos não quer dizer que é ruim né? Bem, espero que gostem!

Artista: Two Door Cinema Club

Música: Undercover Martyn

Albúm: Tourist History

Tags: Heitor
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Novo Integrante

Oi gente! Eu só queria me apresentar a vocês, pois eu recentemente me juntei a esse grupo do blog e seria meio estranho eu começar a escrever posts sem me apresentar.

Eu me chamo Heitor, tenho 14(15 daqui a pouco), e recentemente me mudei para o 1º G, que é a justificativa para mudar de grupo e estar escrevendo isso. :P

Bem, é isso, se vocês quiserem me mandar algo, por favor mandem para o e-mail:

heitorlobocampos@hotmail.com

Obrigado!

Tags: Heitor