Asteriscos

Esse blog foi criado por nós, simples alunos do Colégio Marista de Brasília, para ser um trabalho, inicialmente, de Língua Portuguesa. Agora um moooonte de matérias já entraram no meio dele e virou uma grande bagunça a sua criação, misturada com as provas gigantérrimas que nós temos, sem falar naqueles trabalhos que outros professores nos puseram pra fazer .-. Mas agora, vamos ver no que é que dá, né? :P Componentes: Heitor Lôbo - nº 49; Juliana Falcão - nº 19; Mateus Velez - nº 32; Melina Cambraia - nº 35. 1º ano "G"



~ Friday, October 21 ~
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Escher: Uma mente brilhante, um artista genial!

               

                                    

Maurits Cornelis Escher foi um artista gráfico holandês, suas obras são conhecidas pelas construções impossíveis, pelo preenchimento regular do plano, pela exploração do infinito e pela metamorfose.

  Uma das suas principais técnicas era a capacidade de criar efeitos de ilusão de óptica. Sua técnica se baseava na repetição de figuras que se entrelaçavam e se repetiam, formando padrões geométricos.Escher fazia mudanças, assim surgiam figuras envolvidas de tal forma que nenhum poderia mais se mexer.

  Escher representava o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional. Com isto ele criava figuras impossíveis, representações distorcidas, paradoxos. Ele éconsiderado como um grandematemático geométrico.

 

obra escolhida pelo grupo foi a ‘Cada vez mais pequeno’, feita em 1956. Na obra escolhida, Escher trabalha com o preenchimento regular do plano, a exploração do infinito, ilusão de óptica e a simetria. Sendo que o animal mais pequeno mede cerca de 2mm, contando a sua cabeça, cauda e suas quatro pernas.

  Em ‘Cada vez mais pequeno’, há a repetição de lagartos que se repetem e formam padrões geométricos, até se encontrarem no fundo da imagem, dando a ideia de infinito. A cada área do elemento é sistemática e continuamente reduzida a metade, sendo que em teoria se pode alcançar o formatoinfinitivamente pequeno ou grande.

 

Tanto na obra quanto nas outras obras de Escher, são apresentadas asidéias de infinito, seguindo um padrão perfeito de divisões com geometrização e lógica matemática.Na arte contemporânea, tudo nos propõe um pensamento sobre a própria arte ou uma análise crítica da teoria visual, a arte interroga e atribui novos significados ao se apropriar de imagens, não só as que fazem parte da historia da arte, mas também as que habitam o cotidiano. O belo contemporâneo não busca mais o novo, nem o espanto, como as vanguardas da primeira metade deste século: propõe o estranhamento ou o questionamento da linguagem e sua leitura.

      As obras de Escher nos traziam isso, buscavam apresentar ao leitor uma forma de representação que trazia a reflexão e dúvida, com novas técnicas e metodologias. Não é só apresentar o novo, a mentalidade contemporânea visa criticar a própria imagem, alterando a percepção, questionando o visível e apresentando um enigma ao espectador.

  

 

Em “Cada vez mais pequeno ”,Escher quis passar a sua filosofia do infinito, como em muitas outras obras e, apesar de essa ser uma das suas mais simples na construção, ela retrata bem amensagem, utilizando-se da matemática e da geometria.

   Escher consegue colocar o infinito em um plano finito, o que, teoricamente, seria impossível. Mas será que talvez essa não teria sido a ideia dele? Unindo apenas lagartos uns nos outros, ele cria uma das imagens mais geniais da história da arte e da matemática. Esse artista, sem dúvidas, na percepção desse grupo, é simplesmente uma das pessoas mais brilhantes da humanidade.

  

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esse foi um trabalho de artes visuais, em que o grupo escolhia um artista e o trabalhava, com base em uma de suas obras, pelo menos. (Grupo: Melina e Juliana).

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